O “Sugar Daddy” de Caitlin Clark apareceu! Musk ofereceu a Clark um contrato de patrocínio de US$ 10 milhões, declarando publicamente: “Eu te apoio, Caitlin Clark.”

O “Sugar Daddy” de Caitlin Clark apareceu! Musk ofereceu a Clark um contrato de patrocínio de US$ 10 milhões, declarando publicamente: “Eu te apoio, Caitlin Clark”.

Nova York, EUA – Em uma reviravolta que abalou o mundo dos esportes e das mídias sociais, o bilionário Elon Musk, o visionário por trás da Tesla e da SpaceX, surgiu na vida da estrela em ascensão da WNBA, Caitlin Clark, com uma oferta de patrocínio que beira o lendário: US$ 10 milhões. O anúncio, tornado público por meio de uma publicação no X (antigo Twitter) em 14 de outubro de 2025, desencadeou uma onda de especulações, memes e debates sobre o poder dos magnatas da tecnologia nos esportes femininos. Musk, em seu estilo direto e provocativo, escreveu: “Eu te apoio, Caitlin Clark”, acompanhando a mensagem com uma imagem da jogadora no meio de uma cesta de três pontos, iluminando a quadra como um foguete decolando. Seria este o nascimento de uma aliança épica ou apenas mais um capricho do homem mais rico do planeta? A verdade é que Clark, o fenômeno de 23 anos que catapultou a popularidade da WNBA para níveis estratosféricos, acaba de ganhar um aliado inesperado em sua ascensão meteórica.

A história começa nas quadras da Universidade de Iowa, onde Clark se tornou um ícone. Com recordes de pontuação inovadores — mais de 3.900 pontos em sua carreira universitária — e um estilo de jogo que combina precisão cirúrgica com audácia de rua, a armadora de 2,08 m atraiu comparações com lendas como Stephen Curry. Sua chegada à WNBA em 2024 com o Indiana Fever só aumentou o entusiasmo: em sua temporada de estreia, ela teve médias de 19,2 pontos, 8,4 assistências e 5,7 rebotes por jogo, levando seu time aos playoffs pela primeira vez em sete anos. Mas nem tudo foram gloriosos; Clark enfrentou críticas por “privilégio branco” em um esporte dominado por atletas afro-americanos e até mesmo lidou com incidentes físicos em quadra que geraram debates sobre racismo na liga. Musk, conhecido por sua aversão ao “wokeism”, parece ter visto nela um símbolo de pura meritocracia, um farol em meio ao caos cultural.

A oferta de Musk não é apenas um cheque em branco; é um acordo de patrocínio abrangente que inclui promoções na X, colaborações com a Tesla em campanhas ecológicas – “Jogue limpo, dirija verde!” – e possivelmente um papel na Neuralink para explorar a intersecção entre esportes e neurotecnologia. Fontes próximas às negociações, falando sob condição de anonimato, revelam que o acordo pode se estender a um fundo para academias de basquete feminino em comunidades sub-representadas, alinhando-se à filantropia seletiva de Musk. “Caitlin representa o futuro: inovação, resiliência e zero desculpas”, tuitou o CEO da SpaceX logo após o anúncio inicial, que acumulou 15 milhões de visualizações em poucas horas. Para Clark, que já tem acordos multimilionários com a Nike e a State Farm, essa injeção de US$ 10 milhões pode catapultá-la para a estratosfera de Serena Williams ou Simone Biles, com uma renda anual projetada para ultrapassar US$ 20 milhões até 2026.

A reação foi rápida. Nas redes sociais, a hashtag #SugarDaddyMusk explodiu com memes de Clark “conquistando” o foguete SpaceX e Photoshops do jogador dirigindo um Cybertruck. Fãs conservadores aplaudiram: “Finalmente, um patrocinador que valoriza o verdadeiro talento!”, escreveu um seguidor no X, enquanto críticos progressistas chamaram isso de “a colonização tecnológica do feminismo esportivo”. A WNBA, ainda se recuperando de uma temporada de 2025 em que a audiência televisiva cresceu 168% graças a Clark, emitiu uma declaração cautelosa: “Parabenizamos Caitlin por suas conquistas e apoiamos qualquer parceria que eleve o esporte feminino”. Mas, reservadamente, os executivos da liga temem que o “efeito Musk” acelere a distância entre as estrelas brancas e o restante do elenco, exacerbando as tensões raciais. Angel Reese, rival de Clark na LSU e agora no Chicago Sky, comentou em entrevista à ESPN: “Dinheiro é ótimo, mas basquete é um time. Espero que esse ‘apoio’ beneficie a todos.”

Para Musk, essa mudança se encaixa em seu padrão de intervenções imprevisíveis. Da aquisição do Twitter em 2022 ao apoio a figuras como Joe Rogan, o sul-africano de 54 anos mostrou que o dinheiro é seu megafone. Em 2025, com a Tesla relatando lucros recordes com a adoção em massa de veículos autônomos e a SpaceX lançando missões tripuladas a Marte, Musk tem bastante capital para caprichos filantrópicos. Mas por que Clark? Analistas apontam para seu alinhamento ideológico: ambos são “disruptores”. Clark quebrou barreiras no Draft de 2024 como a primeira escolha geral, atraindo 18,7 milhões de espectadores para o jogo de abertura, um recorde da WNBA. Musk, que criticou publicamente o “viés woke” nos esportes, a vê como uma antítese ao que ele chama de “narrativas divisivas”. Em uma entrevista recente com Joe Rogan, Musk brincou: “Caitlin arremessa três como eu arremesso satélites: bem no alvo”.

O impacto econômico é inegável. As ações do Indiana Fever subiram 12% na bolsa de apostas esportivas após o anúncio, e marcas como a Gatorade já estão negociando extensões de contrato com Clark. Sua família, de humildes raízes de Iowa — seu pai é engenheiro, sua mãe é executiva — celebra o marco como a validação de anos de sacrifício. “Não se trata apenas de dinheiro; esta é uma plataforma para inspirar jovens garotas ao redor do mundo”, disse Clark em uma coletiva de imprensa em 15 de outubro, usando um colar com o logotipo X. No entanto, nem tudo é euforia: ativistas LGBTQ+ estão criticando Musk por seu histórico anti-trans, temendo que o acordo marginalize vozes diversas na WNBA.

Com a temporada de 2025 entrando em sua fase final, com o Fever na disputa por um título, Clark se prepara para seu próximo jogo contra o Las Vegas Aces. Ele aceitará o acordo integralmente? Fontes indicam que as negociações estão avançando, com provisões para doações a causas educacionais. Em um mundo onde esportes e tecnologia colidem, Musk e Clark podem redefinir o endosso: não como uma simples propaganda, mas como uma parceria para o futuro. Por enquanto, a quadra — e o cronograma de X — testemunham uma dupla improvável que promete mais cestas de três pontos do que decolagens. O “sugar daddy” definitivo? Só o tempo, e talvez mais um tuíte, dirão.

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