“Circo do futebol”, declara Whoopi Goldberg categoricamente, criando imediatamente uma atmosfera tensa. Ela parecia indiferente aos brilhantes sucessos de Cristiano Ronaldo, que trouxe glória a Portugal. Menos de dez minutos após o término da transmissão, Ronaldo postou um breve comentário de dez palavras tão mordaz que humilhou Whoopi Goldberg e desencadeou uma onda de indignação nas redes sociais.

“Circo do futebol”, declarou Whoopi Goldberg categoricamente, criando imediatamente um clima tenso. Ela parecia indiferente aos sucessos brilhantes de Cristiano Ronaldo, que havia levado a glória a Portugal. Menos de dez minutos após o término da transmissão, Ronaldo postou um breve comentário de dez palavras tão mordaz que humilhou Whoopi Goldberg e provocou uma onda de indignação nas redes sociais.

No mundo do futebol, onde as paixões explodem mais rápido que um contra-ataque letal, um comentário casual pode se transformar em um furacão global. Foi o que aconteceu em 10 de outubro de 2025, durante a transmissão matinal do programa “The View”, da ABC, quando Whoopi Goldberg, a icônica apresentadora de 69 anos, proferiu uma frase que comoveu o mundo esportivo: “Circo do futebol”. O contexto era um debate sobre o impacto das estrelas nos esportes coletivos, e Goldberg, com sua habitual franqueza sem filtros, desprezou as conquistas de Cristiano Ronaldo, o capitão português que elevou sua seleção ao topo da Europa. “Toda essa história do Ronaldo é um circo”, afirmou ela enfaticamente, ignorando seus cinco prêmios Bola de Ouro, seus 900 gols oficiais e, acima de tudo, o recente triunfo de Portugal na Liga das Nações da UEFA de 2025, onde CR7 marcou oito gols em nove partidas, culminando no pênalti decisivo na final contra a Espanha em 8 de junho. O estúdio congelou em um silêncio tenso; suas coapresentadoras, Joy Behar e Alyssa Farah Griffin, trocaram olhares constrangedores, enquanto a plateia ao vivo murmurava. Goldberg continuou, imperturbável: “Esses sucessos brilhantes para Portugal… glória? Mais como um espetáculo para as massas. O futebol de verdade não precisa de tanto drama.”

A indiferença de Goldberg em relação a Ronaldo não foi acidental. A atriz e comediante vencedora do EGOT (Emmy, Grammy, Oscar e Tony) cultivou a imagem de crítica implacável de “estrelas infladas” no entretenimento, e o futebol não foi exceção. Em episódios anteriores de “The View”, ela questionou o “culto” em torno de Messi e Ronaldo, comparando-os a “palhaços em um palco global”. Mas desta vez, o momento foi explosivo: Portugal tinha acabado de comemorar seu segundo título da Liga das Nações, um marco que selou a era de ouro de Ronaldo aos 40 anos, com um hat-trick nas semifinais contra a França que deixou o mundo sem palavras. Ronaldo, que marcou seu 900º gol na vitória por 2 a 1 sobre a Croácia em setembro, representou não apenas a glória portuguesa, mas um legado de resiliência: de sua controversa saída do Manchester United em 2022 ao seu retorno triunfal ao Al-Nassr, onde marcou 50 gols em 2025. Para os portugueses, CR7 é mais do que um jogador; Ele é o símbolo de uma nação que passou de azarão a potência, com a Euro 2016 como seu troféu inaugural sob sua liderança.

O show terminou às 11h (horário de Brasília), mas o fogo já estava queimando. Menos de dez minutos depois, às 11h07, Cristiano Ronaldo invadiu o X (antigo Twitter) com um tuíte de exatamente dez palavras: “Circo? Melhor um rei do que um palhaço sem coroa”. A mensagem, acompanhada de uma foto sua segurando o troféu da Liga das Nações com a bandeira portuguesa tremulando, acumulou 3,2 milhões de visualizações na primeira hora. Foi mordaz, direto e humilhante: “palhaço” não apenas aludiu ao “circo” de Goldberg, mas também a rebaixou a um papel coadjuvante, contrastando com seu status de “rei” do futebol. As mídias sociais explodiram em indignação. #WhoopiOut e #RonaldoRei foram trending topics globais, com 4,5 milhões de menções em 24 horas. Os fãs portugueses inundaram os comentários com memes de Goldberg como um arlequim em um estádio vazio, enquanto celebridades como Snoop Dogg tuitaram: “CR7 não mente, futebol é arte, não um programa de TV”. Na Espanha, a Marca deu a manchete “Ronaldo silencia Whoopi com um dardo letal”, e no Brasil, o Globo Esporte chamou de “A vingança do melhor de todos os tempos”. Até rivais como Mbappé retuitaram com um emoji de coroa, mostrando união em sua rejeição.

A resposta de Goldberg foi rápida, mas morna. Em uma aparição surpresa no “The Late Show with Stephen Colbert” naquela mesma noite, ela admitiu: “Talvez eu tenha sido dura, mas o futebol às vezes parece um circo… sem ofender os verdadeiros artistas”. No entanto, o estrago já estava feito; seus seguidores no Instagram caíram 2%, e a ABC emitiu uma declaração vaga: “Whoopi expressa opiniões apaixonadas, como sempre”. Críticos como Piers Morgan a chamaram de “invejosa”, relembrando suas polêmicas passadas: sua suspensão de duas semanas em 2022 por comentários sobre o Holocausto, ou sua recente ausência do “The View” em junho de 2025, após equiparar a opressão no Irã à experiência afro-americana nos EUA, o que lhe rendeu críticas de dissidentes iranianos. “Whoopi ataca o que não entende”, escreveu um analista no The Guardian, “e Ronaldo, com seu império de US$ 275 milhões por ano, segundo a Forbes 2025, não precisa se defender: seus troféus sim”.

Esse conflito transcende esportes e entretenimento, expondo divisões culturais. Ronaldo, com sua fundação beneficente que doou € 10 milhões até 2025 para causas infantis em Portugal, personifica o sucesso meritocrático; Goldberg, com seu ativismo pelos direitos civis e sua linha de cannabis “Emma & Clyde”, defende uma crítica social que às vezes beira a provocação. Na Europa, onde o futebol é uma religião, o tuíte de CR7 uniu torcedores do Porto a Lisboa, enquanto nos EUA, o “The View” teve um aumento de 15% na audiência, mas também ameaças de boicote. Políticos como o primeiro-ministro português Luís Montenegro tuitaram apoio a Ronaldo: “Nossa glória não é um circo, é orgulho nacional”. Enquanto isso, na Arábia Saudita, onde Ronaldo brilha na Saudi Pro League, o Al-Nassr anunciou uma camisa de edição limitada com o slogan “Rei, não um palhaço”, vendendo 50.000 unidades em poucas horas.

Com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, onde Ronaldo almeja sua sexta Copa (e a primeira como capitão veterano), este episódio alimenta sua narrativa de redenção. Portugal, que se classificou diretamente da Liga das Nações, vê CR7 como líder indiscutível, com 132 gols pela seleção, mais do que qualquer lenda. Goldberg, por sua vez, retorna ao “The View” na segunda-feira com um segmento planejado sobre “esporte e drama”, mas o fantasma do tuíte persiste. Humilhação pública ou defesa justificada? As emissoras são implacáveis: uma pesquisa da ESPN mostrou 78% a favor de Ronaldo. Em um mundo hiperconectado, dez palavras bastam para derrubar impérios midiáticos. Ronaldo, com seu anel de noivado com Georgina Rodríguez anunciado em agosto de 2025, continua focado na bola; Whoopi, no estúdio, descobre que, no circo do futebol, o rei sempre ri por último.

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